terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pedidos atendidos do vereador Paulo Rocha, trazem mais segurança ao trânsito do Porto Meira



Faixa de segurança em frente a Escola M. Shalon
O vereador Paulo Rocha não tem só se destacado na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, pelos ternos que tem usado, outros motivos de destaque, são os projetos elaborados que tramitam na casa de leis e vários pedidos de Paulo, que estão sendo atendidos pelo prefeito Reni Pereira.

Como por exemplo, esta semana estão sendo pintadas as faixas de segurança da Avenida General Meira no Porto Meira. A primeira faixa foi recebida com muita comemoração dos professores, alunos, pais e funcionários da Escola Municipal Shalom, “Estamos muito felizes, pois agora a faixa de pedestre esta mais visível, antes estava muito apagada, agora os motoristas podem ver de longe e diminuir a velocidade”, disse a professora Vera.
Professora Vera
Continuando a trajetória de atendimento aos pedidos do vereador, foi pintada a faixa de pedestres da Avenida Safira com a Avenida General Meira.

“Tenho incansavelmente cobrado a prefeitura, para que atenda os meus pedidos, pois eles são para o bem dos Iguaçuenses. Pedi através de indicações a pintura das faixas de segurança em todos os locais críticos do Porto Meira e principalmente próximo as escolas, colégios e cruzamentos, onde o fluxo de pedestres é maior. Acredito que as faixas pintadas vão trazer mais segurança para os pedestres, agradeço a equipe do Foztrans que estão fazendo o que podem”, completou o vereador Paulo Rocha, que aguarda ansioso a pintura das faixas da Avenida General Meira esquina com Avenida Surubi, local onde aconteceram vários acidentes com mortes e neste mesmo cruzamento há alguns dias atrás,

faleceu uma senhora vítima de atropelamento, no qual a família colocou uma faixa como forma de manifestação e conscientização dos motoristas.

Cabe ressaltar que na Avenida Morenitas não esta sendo diferente, a vitima foi um ex-funcionário do material de construção Porto Meira que atendia pelo nome de Davi, que foi atropelado e veio a falecer. “Não basta só a sinalização, nós temos que ficar atentos e respeitar as leis de trânsito, cada um fazendo sua parte evitaremos muitos acidentes”, finalizou Paulo Rocha.

Matéria e fotos
Jornalista Marcos Cardoso


Cruzamento das Avenidas General Meira e Safira

Missal adere a campanha em defesa do pagamento permanente dos Royalties


Maneco, Paulo Rocha, Ferrari, Zé Carlos e Nelson
Dando continuidade a campanha pelo pagamento permanente dos Royalties da Itaipu, o presidente da câmara municipal de Foz do Iguaçu Zé Carlos (PMN) juntamente com o vereador Paulo Rocha (PSB), estiveram ontem (26/08) no municio de Missal-Pr.

O objetivo dos vereadores iguaçuenses, foi alertar sobre a possibilidade de que o pagamento dos royalties, possam chegarem ao fim em 2013, motivo pelo qual os município lindeiros ao lago, estão se unindo organizadamente através da ACAMOP.

Esta bandeira foi levantada pelos vereadores iguaçuenses Zé Carlos e Paulo Rocha e está ganhando força devido ao apoio da Associação de Câmaras de Vereadores do Oeste do Paraná (ACAMOP) que tem como presidente Amauri Ludwig.

 

Missal


A formação de Missal deu-se a partir do desmembramento do município de Medianeira e a data oficial de criação do município foi em 30 de dezembro de 1981, por meio da Lei Estadual n° 7.566. No dia 1º de fevereiro de 1983 foram empossados o primeiro prefeito e os membros da Câmara de Vereadores mesma data em que se comemora o aniversário de emancipação político-administrativa, a economia da cidade é baseada na agricultura e no comércio local.

Missal tem 40,07 (Km²) de áreas alagadas pelo lago de Itaipu, recebeu aproximadamente US$ 56,3 milhões em compensações até fevereiro de 2013, um valor significativo que contribuiu muito para o desenvolvimento do município.

 

A participação dos vereadores na sessão


Vereadores Missalenses e Iguaçuenses juntos
A sessão da Câmara Municipal de Missal teve inicio as 19:00 hs, com os nove vereadores presentes, inclusive moradores e autoridades da cidade como o prefeito municipal Adilto Luis Ferrari e o vice prefeito Hilário Willers mais conhecido como Maneco.

O presidente da casa de leis, vereador Nelson Fernandes dos Santos (DEM) convidou os vereadores de Foz do Iguaçu para usar a tribuna. O primeiro a usar a tribuna foi o vereador iguaçuense Paulo Rocha, que numa breve explanação falou sobre as bandeiras levantadas pela ACAMOP e os impactos causados pela Itaipu aos colonos que moravam no local onde se encontra o lago.


“A Itaipu deve continuar pagando os Royalties em quanto houver áreas alagadas, e para garantir isto, precisamos nos unir e levar esta discussão até Brasília se for necessário”, disse Paulo Rocha após recitar seu poema “A realidade de Itaipu”.

Logo em seguida o líder do legislativo iguaçuense, José Carlos das Neves fez o uso da tribuna, “lembro a vocês nossa preocupação, pois vai ser revisto o tratado em 2.023 e 10 anos passam rápido, cabe ressaltar que querem fazer a mesma divisão dos Royalties do petróleo e dividir os Royalties da Itaipu com todos os municípios do Paraná, o que seria prejudicial aos municípios que tiveram suas áreas alagadas. Queremos fazer uma reunião com o Sameck, que
provavelmente será na Câmara de Foz e contamos com a presença de vocês”, explicou Zé.

Zé também compartilhou com os presentes o apoio recebido pela ACAMOP, quando foi achacado injustamente por representantes do Ministério Publico. “É muito importante a nossa união para que estes tipos de injustiças não aconteçam, convido vocês a fazer parte da ACAMOP para juntos lutarmos em defesa da valorização do legislativo municipal e principalmente as defesas das bandeiras levantadas pela entidade, que irão beneficiar todos os municípios do Oeste do Paraná”.

 O presidente do legislativo missalense, demonstrou preocupação e disse que Missal a partir de agora, esta junto na defesa da permanência do pagamento dos Royalties. “Foi uma imensa honra receber os vereadores iguaçuenses hoje aqui em nossa cidade e podem contar com agente no que for necessário, com certeza estaremos na reunião em Foz do Iguaçu” finalizou.

“Parabéns aos vereadores iguaçuenses, estamos juntos”, foi o que disse Adilto Luis Ferrari atual prefeito da cidade, após o término da sessão missalense em pouse as fotos.


Matéria e fotos
Jornalista Marcos Cardoso 

Paulo e Zé em meio aos missalenses

Zé Carlos, Nelson Fernandes e Paulo Rocha

Vereadores de Missal-Pr em sessão ordinária

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Deputado oferece propina em troca de ajuda à telefônica Oi

Marcelo Bechara é conselheiro da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações. Chegou ao posto por indicação do PMDB. No dia 6 de agosto, recebeu um telefonema do deputado Vicente Cândido, do PT de São Paulo. Convidado, foi ao gabinete do parlamentar, na Câmara. Conversaram sobre um problema que envolve a Oi. Um problema bilionário: a empresa de telefonia acumula na Anatel multas de mais de R$ 10 bilhões.
Em reportagem veiculada por Veja, o repórter Rodrigo Rangel conta que o deputado disse ao conselheiro que Lula está muito preocupado com o futuro da Oi. Mencionou providências que a empresa considera adequadas para resolver a encrenca das multas. Lero vai, lero vem, Cândido empunhou a caneta e anotou numa folha de papel: “honorários?” Queria saber quanto Bechara gostaria de receber para dar uma mãozinha à Oi na Anatel. Em português das ruas: o deputado ofereceu propina ao conselheiro.

Preocupado, Bechara relatou o ocorrido a amigos. Disse ter refugado a oferta de Cândido. Até concordava com as ponderações e providências sugeridas. Mas não queria dinheiro. Procurado pelo repórter, o conselheiro da Anatel declarou: “Eu reagi com estranheza à abordagem do deputado. Preferi fingir que não entendi.” Curiosamente, Bechara voltaria a se reunir com o deputado na semana seguinte, no último dia 12 de agosto. De novo, no gabinete da Câmara.
Dessa vez, Cândido entregou a Bechara um envelope contendo documento redigido em papel timbrado da Jereissati Participações, acionista da Oi. O texto enumera as pretensões da telefônica junto à Anatel. Num dos itens, lê-se que a companhia gostaria de obter o “imediato cancelamento de 80% das multas” aplicadas pela agênca reguladora.
Noutro item, o documento repassado por Cândido a Bechara reivindica alteração “urgente” da norma que obriga as telefônicas a manter quatro telefones públicos para cada grupo de 1.000 pessoas nas regiões onde operam. Quer dizer: o conselheiro de uma agência cuja atribuição constitucional é zelar pelos interesses do usuário de telefones recebeu de um deputado do PT pedido para agir contra a clientela.
Em relação à multa, trava-se na Anatel um debate que pode resultar no atendimento das pretensões da Oi. Discute-se a conversão de parte das multas em investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas emrpesas multadas. No caso da Oi, o passivo de R$ 10 bilhões pode minguar para R$ 3 bilhões. É nisso que estão interessados o deputado Cândido e seus amigos.
No mesmo dia 12 de agosto em entregou o envelope ao conselheiro Bechara, o parlamentar petista encontrou-se com Lula no setor de hangares do aeroporto de Brasília. Um dos controladores da Oi, o empresário Sérgio Andrade, é amigo de Lula. Porém, o deputado Cândido nega que tenha tratado das pendências da empresa na conversa com o ex-presidente da República.
E quanto à proposta de pagamento ao conselheiro Bechara? Cândido admitiu ter falado de dinheiro. “Eu queria saber se ele tinha honorários”, disse, candidamente. Por que guerreia pela Oi? O deputado alega que sócios da empresa são seus amigos. Jura que não há honorários na transação. Mas reconhece que recebe doações de campanha.
Por que diabos citou Lula no encontro com o conselheiro Bechara? “O que eu falei foi que o presidente Lula está preocupado com a empresa”, limitou-se a responder o deputado Cândido. Ele esteve também com o ministro Luís Inácio Adams, chefe da Advocacia-Geral da União –uma repartição que executa judicialmente uma dívida de R$ 2,5 bilhões da Oi. Cândido pediu que a União pare de exigir depósitos em dinheiro como garantia de que vai pagar a dívida após o julgamento do processo. O advogado da União disse que estudaria a pretensão.

Polícia busca assessor de Gleisi em Brasília


Neste momento, policiais paranaenses estão em Brasília para cumprir o mandado de prisão contra o assessor da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Eduardo André Gaievski (PT). Se ele não se apresentar nas próximas horas será considerado foragido pela Justiça que decretou sua prisão na última sexta-feira, 23. Gaievski, ex-prefeito de Realeza, é investigado por estupro de meninas menores de 14 anos. Gleisi já o afastou das suas funções na Casa Civil.
Gaievski responde por inquérito que tramita no fórum de Realeza. A investigação do Gaeco começou em 2009 e reuniu depoimentos de mais de 20 vítimas e segundo os relatos, o então prefeito oferecia dinheiro a meninas pobres em troca de sexo. A prisão de Gaievski foi pedida pelo Ministério Público e acatada pela Justiça devido às “ameaças do ex-prefeito às vítimas”, diz o advogado das famílias das menores molestadas, Natalício Farias. “E para que não haja mais interferência no curso do processo e das investigações”, completou.
Segundo ele, são mais de 20 vítimas, 30 fatos consecutivos e 17 crimes praticados. A Justiça também determinou a quebra de sigilo dos telefones do ex-prefeito. “São crimes que podem dar mais de 250 anos de cadeia”, adianta Farias. O mandado de prisão não foi cumprido porque Gaievski ainda não foi encontrado. Passadas 72 horas, ele será considerado foragido.

Mortalidade infantil está diretamente associada à falta de estudo dos pais


Do Estadão:
Nada mata mais crianças no Brasil do que a ignorância. Pesquisa do Estadão Dados mostra que nenhuma outra de 232 variáveis testadas influi mais nas mortes na infância do que a falta de estudo dos adultos. Nem falta de dinheiro, de água ou esgoto têm impacto maior.
Os dados se referem aos 5.565 municípios brasileiros, foram coletados durante o Censo 2010 e compilados pelo Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil. Eles foram usados para criar um modelo explicativo dos indicadores que poderiam causar a mortalidade de crianças de até 5 anos. Por meio de métodos estatísticos, foi possível ver que a maior causa desse tipo de morte está relacionada à taxa de alfabetização da população com mais de 18 anos.
Para cada ponto porcentual retirado da taxa de analfabetismo da população de 18 anos ou mais, a taxa de mortalidade de crianças até 5 anos cai 4,7 pontos. Na prática, se 1% dos adultos de uma cidade é alfabetizado, em média, mais 47 crianças sobrevivem à primeira infância, a cada 10 mil nascimentos. “Às vezes, a casa não tem saneamento básico, mas se a mãe tem um pouco de educação, consegue que o filho tenha acesso aos programas sociais do governo”, disse o pesquisador do IBGE Celso Simões, autor de estudo que chegou a conclusão similar.
O gráfico acima mostra como essas duas variáveis estão relacionadas. Cada ponto representa um município. Ao seguir uma tendência diagonal, o conjunto desses dados revela que quanto maior o analfabetismo, maior a taxa de mortalidade na infância. Cidades como Olho D’água Grande (AL) são exemplos onde esses dois índices são altíssimos – 50 crianças de até 5 anos morrem por ano e 46% dos adultos são analfabetos. Blumenau (SC) está no outro extremo, com taxa de mortalidade cinco vezes menor e apenas 2% de analfabetismo entre adultos.
O impacto da alfabetização de adultos sobre a mortalidade de crianças é duas vezes maior do que o da pobreza. O segundo fator com maior peso para evitar mortes infantis é aumentar a fatia da renda dos 20% mais pobres. Cada ponto porcentual a mais na renda faz diminuir 2,8 pontos da taxa de mortalidade na infância.
O terceiro fator estudado que diminui a mortalidade na infância é o acesso a água e esgoto. Mas o impacto é bem menor do que o do analfabetismo e da pobreza. A cada ponto porcentual a menos de população sem saneamento básico, a mortalidade na infância cai 0,8 ponto. Combinadas, as três variáveis – analfabetismo, pobreza e água/esgoto – explicam 62% da taxa de mortalidade das crianças com até 5 anos no Brasil. O modelo é consistente também no tempo. Aplicado aos dados do Censo de 2000, seu poder de explicação é ainda maior: 69%.
O professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa José Cássio de Moraes ressalta que a maior educação materna também aumenta as chances de doenças infantis serem diagnosticadas mais cedo: “A mãe com nível educacional melhor reconhece mais rapidamente os sintomas de doenças.” / COLABOROU DIEGO RABATONE
Desafio é reduzir as mortes de recém-nascidos
Entre 2000 e 2011, segundo o SIM-Datasus, as mortes de crianças com menos de 5 anos caíram de 79.470 para 46.375 por ano. A queda foi mais significativa entre as crianças com mais de um mês de vida: 47% no período. Nessa fase, as causas de morte mais comuns podem ser tratadas com terapias simples, como soro caseiro. Isso ajuda a explicar como o aumento da escolaridade dos pais reduz a mortalidade.
Desafio está agora nas crianças com até uma semana de vida, grupo com maior parte das mortes infantis. O problema é mais complexo, porque as causas não são facilmente evitáveis e implicam cuidados com as mães e o parto.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Mogênio quer restringir Paulo Rocha de seus direitos.

Ternos de vereador causam polêmica na Câmara de Foz do Iguaçu

Cores fortes, bolinhas e até super-heróis chamam a atenção nas sessões.

Outro parlamentar conhecido como Mogênio, pretende apresentar projeto para restringir modelos.


Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O parlamentar participou das últimas sessões usando cores fortes, bolinhas, bolas de futebol e até estampas de super-heróis como o Homem Aranha. Incomodado com o “exagero”, o vereador Hermógenes de Oliveira (PMDB) adiantou que está concluindo um projeto que limita os tons da roupa usada em plenário. A proposta de ser apresentada em setembro.
Os ternos usados pelo vereador Paulo Rocha (PSB) têm causado polêmica na Câmara Municipal de
Rocha foi eleito em 2012 com 3.691 e justifica que a opção pelos paletós nada convencionais tem a intenção de “tornar o ambiente mais leve”. Além de abusar das cores e estampas, ele promete não repetir os modelos em nenhuma das cinco sessões ordinárias do mês. “A gente trabalha em um ambiente carregado que exige usar uma coisa diferente para quebrar o gelo. Não existe nada que impeça”, comentou. O regimento interno exige apenas que os vereadores usem “traje de passeio”.
Quanto ao desempenho como parlamentar, o vereador garante que pretende marcar o primeiro mandato pela atuação. “Vai ser uma corrida boa, mas o que vai ficar mais famoso é o meu trabalho”, aponta. Desde o início do ano, Rocha apresentou três projetos: o que altera o tempo de pronunciamento dos vereadores, o que cria o Dia Municipal do Colono e o que dispõe sobre a obrigatoriedade de vagas de estacionamento gratuitas em bancos e hospitais.
Para alguns vereadores, no entanto, os modelos espalhafatosos não condizem com a seriedade da atividade parlamentar. “O que está acontecendo nesta Casa de Leis é uma brincadeira. O vereador vindo de joaninha, de Homem Aranha, é um desrespeito à população. Não podemos brincar com a cara dos munícipes. Não podemos estar vestidos de palhaços”, aponta Oliveira. Já outros, como a vereadora Anice Gazzaoui (PT), não veem nada de errado na escolha das roupas feita por Rocha. “Ele está usando seu direito de liberdade de expressão”, diz. De acordo com o presidente na Câmara, José Carlos da Silva (PMN), a proibição depende de alteração do regimento interno.
Os ternos são feitos por Agenor Miranda, alfaiate há 40 anos. Ele já foi vereador de Foz do Iguaçu por dois mandatos, entre 1988 e 1996. “Na minha época eu não usava nada assim tão chamativo, mas o que importa não é como os vereadores se vestem, mas a forma como trabalham”, defende. Além de chamar a atenção, a polêmica também garantiu novos clientes a Miranda, que cobra R$ 200 para produzir cada paletó. "Já está surgindo efeito sim."

Câmara aprova projeto que proíbe dupla função no transporte coletivo de Foz

transporte foz
O presidente da Câmara de Vereadores, Zé Carlos (PMN), comemorou a aprovação, em primeira e segunda discussões nesta quarta-feira (21), do seu projeto de lei 25/2013, que proíbe a dupla função de motoristas no transporte coletivo de Foz do Iguaçu. A proposta, aprovada por unanimidade, segue agora para sanção do prefeito Reni Pereira (PSB).
“Essa discussão começou com a implantação da catraca eletrônica, a qual me posicionei contrariamente, devido ao fim da função de cobrador de ônibus em Foz do Iguaçu. O próprio código de trânsito determina que o motorista é proibido de atender o celular, imagine exercer também a função do cobrador! Existe a necessidade urgente de aprovarmos esse projeto para que a população tenha um transporte coletivo de qualidade, além de assegurar segurança para o trabalhador ”, enfatizou o proponente Zé Carlos.
A conquista e aprovação do PL que proíbe a dupla função vêm de longa data- desde a implantação da catraca eletrônica em Foz (em 2010), na qual o vereador Zé Carlos foi contra, pois apontava para a exploração dos motoristas e a demissão de cobradores http://www.zecarlosfoz.com.br/?url=mostra_texto&codnoticia=253 .
PUNIÇÕES
“A partir da sanção, a Lei definirá que: fica proibido às empresas concessionárias do serviço de transporte coletivo incumbir aos motoristas à atribuição simultânea de condução do veículo e a cobrança de tarifa”, destaca o vereador Zé Carlos. Ele lembra, ainda, que há pouco tempo a empresa concessionária do transporte urbano em Foz tentou ‘convencer ‘ a categoria em realizar a dupla tarefa.
A empresa propôs um incremento de R$ 300,00 nos vencimentos dos motoristas, mas a proposta foi derrubada por 86% da categoria,
Em convergência com a posição de Zé Carlos, a vereadora Anice Gazzaoui destacou que a aprovação do projeto contribuiu para firmar o posicionamento dos membros da Casa frente à questão dos trabalhadores do transporte coletivo urbano.
O PL fixa que, caso haja descumprimento da Lei, haverá as seguintes sanções: advertência escrita na primeira notificação, com prazo de 30 (trinta) dias para a apresentação de defesa por parte da empresa infratora; multa de 191 Unidades Fiscais de Foz do Iguaçu, considerando que cada unidade corresponde a: R$ 59,16. Agora, a matéria segue para sanção do Executivo.
TARIFA ÚNICA
Outro ponto de discussão trouxe à tona, durante Audiência Pública e também foco de investigação da CI da Câmara (Comissão de Inquérito) sobre o transporte urbano, a insatisfação dos usuários quanto ao pagamento de tarifas diferenciadas – cartão ÚNICO R$ 2,65 e em dinheiro R$ 2,85.
Por sua vez, o vereador Dilto Vitorassi relatou no uso da Tribuna que o prefeito Reni Pereira ganhou a ação na Justiça possibilitando a unificação da tarifa de ônibus em Foz do Iguaçu. O presidente da Comissão de Inquérito que investiga o Transporte Coletivo corroborou para discussão, afirmando que o projeto auxilia na resolução dos problemas do sistema de transporte. Segundo o vereador o prefeito (que está em viagem) deve tomar as medidas cabíveis no seu retorno.